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Por: Bruno Carvalho

LigadoCast: Séries de J.J. Abrams

No 2º Podcast Ligado em Série os editores do blog Bruno Carvalho e Davi Garcia discutem o universo do diretor, produtor e roteirista J.J. Abrams e suas novas séries. Comentários da estreia de Alcatraz, drama procedural que chegou no Brasil esta semana pela Warner, com Jorge Garcia (LOST) e Sam Neil (Jurassic Park), além de destaques dos avanços consideráveis desta 1ª temporada de Person of Interest. O papo termina com os comentários do episódio de Fringe exibido na última sexta-feira nos EUA, 4×09: Enemy of My Enemy. Clique abaixo para assinar o nosso canal no iTunes ou, se preferir, acesse mais abaixo o streaming do episódio ou faça o download para ouvir on the go em seu gadget ou smartphone.

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10 respostas para “LigadoCast: Séries de J.J. Abrams”

  1. Felipe Soares disse:

    Com certeza Fringe não tem medo de errar, aparentemente quem não acompanha muito ou tem preguiça de acompanhar, pode achar complicado, mas pelo contrário não é, mesmo possuindo 4 universos diferentes não e díficil de entender.

  2. Ismael disse:

    Salve pessoal, primeiro parabéns pelo podcast, gostei desse.

    Só discordo da idolatria a lost que considero que acabou quando decidiram jogar a linha da iniciativa dharma no lixo para abraçar o sempre fácil mundo das explicações místicas.

    Sobre Person of interest anda estou bem preocupado que ela fique nessa linha de “caso da semana” pra sempre. Porque para mim, a CIA entrando na jogada não mudou muito isso.

    Uma coisa doida é que, apesar dos imensos exageros, a maioria do que a série mostra já seria possível, ou em vias de se tornar, com a tecnologia atual.

    Se trata do ramo de Machine Learning, que busca encontrar e classificar padrões.

    Existe um estudo para por exemplo encontrar terroristas no aeroporto, analisando a postura corporal, a tensão do corpo, rosto. Até mostra isso em uma discussão de casal na abertura.

    Abraços

  3. Ana disse:

    Adorei o podcast! Sou JJ-fag, acompanho tudo dele (e dos ex-losties). As reviews de Fringe daqui são as minhas favoritas. Parabéns pela ideia, mal posso esperar pelo próximo!

  4. Mik disse:

    Gosto bastante do JJ Abrams. É um cara que escreve muito bem, é um excelente diretor, e tem um conhecimento bem abrangente do mundo nerd, o que faz com que ele tenha bastante facilidade de lançar seus trabalhos e eles rapidamente se tornarem pop, trazendo grandes audiências, bons patrocínios, etc.

    Única coisa que eu condeno nele é iniciar as séries e depois deixa-las de lado.

    Eu fico pensando, por exemplo, como ele teria encerrado Lost. Na minha humilde e modesta opinião pessoal, Lost teve um final extremamente fraco e incoerente com o restante da série. Acho até que se ela tivesse terminado na quinta temporada teria sido melhor. E nenhuma das respostas que Lost deu na sexta temporada pareciam ter ligação com o que veio antes, como se tivessem sido inventadas às pressas. O que me faz pensar em que momento o JJ deixou de ter voz ativa na produção e como teria sido o final dele.

    Seria interessante ver o JJ comandando uma série curta na tv fechada, daquelas com 8, 9 episódios por temporada e permitissem que ele cuidasse de todos os detalhes criativos da mesma. Ou até mesmo uma minissérie. Aí ia ser bom avaliar se ele é capaz de fechar suas histórias na tv tão bem quanto ele as inicia. E é bom ele tomar cuidado também com a exposição excessiva do nome dele nas séries que estão saindo agora. Person of Interest está boa, mas não é uma série excelente. Alcatraz não vi, mas a reação do público foi bem morna. Os riscos do JJ ficar conhecido simplesmente como “o cara de Lost” já são grandes; se ele continuar associando o nome dele com séries menores assim, não vai ser boa coisa.

    Fringe, de fato, está bem interessante. É curioso que quase 90% do que foi levantado na primeira temporada foi esquecido e ela praticamente se reinventou na segunda, mas conseguiu fazer isso de uma maneira tão natural que ninguém reparou. Mas os produtores de Fringe me preocupam. Quando eles são geniais, eles são ótimos, mas quando eles decidem cruzar o limite do absurdo, fica ridículo. Por exemplo, quando inventaram na terceira temporada aquele negócio do William Bell ter encarnado na Olivia. Um dos plots mais estúpidos do ano passado. E aquele episódio ridículo da mulher que não conseguia morrer e queria explodir um trem pra alma dela prosseguir junto com a dos outros, como se ir pro céu, inferno, limbo, ou o que seja, fosse como furar a fila numa balada. Preocupante quando eles perdem a noção assim do que é absurdamente aceitável e do que já é estapafúrdio.

    Também me preocupa a maneira com que Fringe sacrifica a própria lógica interna para passar por cima de algumas tramas que tomariam mais tempo. Por exemplo, a maneira absurda com que o Peter se integrou a equipe da Fringe Division nessa quarta temporada.. com apenas UM dia do aparecimento dele. Um homem que aparece dizendo ser Peter Bishop, com informações relevantes sobre uma das organizações mais secretas e importantes do governo americano, fica um dia preso e logo todos se convencem que ele é inocente e ele consegue andar livremente pelas instalações da agência, ganha uma casa e, inclusive, começa a colaborar na resolução dos mistérios que, direta ou indiretamente, poderiam ter sido causados por ele, como aquele dos lapsos temporais? Ora, por favor!

    Me pergunto se, criativamente, não seria melhor Fringe ser encerrada nessa quarta temporada, que até aqui teve mais episódios fracos com os famigerados casos da semana do que alguma evolução concreta na história. Se pelo menos mantivessem o mesmo ritmo desses dois últimos (4.08 e 4.09), já seria alguma coisa, mas logo logo eles voltam pros casos de mofo possuindo a consciência de crianças ou insetos em extinção sendo criados no estômago de carneiros…

  5. Robson disse:

    Opa, mais um, maravilha! Vou conferir..

  6. Luiz André disse:

    Mais um podcast bacana do Ligado em Série e a possibilidade de que muitos outros virão com temas relacionados a estas maravilhosas séries que assistimos. De acordo com o comentário postado logo acima, creio que um dos males de J.J. Abrams é sair da produção de uma série a partir do momento em que esta começa a bombar, deixando para a equipe de roteiristas a tarefa de supervisionar e criar os roteiros das séries. Falta um pouco mais de rédeas para J.J. Abrams no sentido participar mais ativamente das séries que cria e que coproduz.
    Por outro lado, ele apenas deixa as séries com pessoas confiáveis e capazes de prender o espectador na poltrona, embora alguns descuidos são feitos no decorrer do caminho.
    Gostaria de sugerir para os próximos podcasts algumas listas temáticas sobre séries novas e antigas que devem ser vistas e aquelas perdidas no baú do tempo, que só podem ser resgatadas pela memória ou pelo IMDB. E, só para finalizar, cadê as mulheres deste site? Que tal chamá-las para participarem também? Nós, assíduos visitantes e frequentadores da guia comentários agradecemos.

  7. Parabéns pelo Podcast! Sensacional como o primeiro. Ainda não comecei a assistir Fringe, na verdade tentei ver um ou dois episódios da terceira temporada e acabei desistindo por não entender nada, mas quero começar a vê-lo desde o primeiro episódio.

  8. Wilian disse:

    Mais um podcast muito bom!
    Só eu tava esperando um “BAD ROBOT” no final? hauhauhaua

  9. Hugo disse:

    ql o tema do proximo?

  10. Davi Garcia disse:

    Por enquanto é surpresa, Hugo, mas pode ter certeza que será divertido :)

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