FOTO: REPRODUçãO

Por: Bruno Carvalho

LigadoCast: Os Golden Globes 2012

Está no ar o 1º Podcast Ligado em Série! Nesta edição de estreia os editores Davi Garcia e Bruno Carvalho comentam a 69ª cerimônia de entrega dos Golden Globe Awards, premiação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood que aconteceu no último domingo no Beverly Center em Los Angeles. Nosso convidado especial é o crítico de cinema, professor de teoria e linguagem cinematográfica e editor do site Cinema em Cena, Pablo Villaça! Comentamos as categorias, as injustiças, os vencedores, a “fama” da HFPA e o Pablo ainda fez um compromisso público de finalmente começar a assistir Breaking Bad! É só clicar abaixo e assinar o canal para ouvir no iTunes ou use as alternativas: (1) download da edição com o link direto; (2) pelo feed; (3) por streaming! Esperamos que vocês curtam!

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56 respostas para “LigadoCast: Os Golden Globes 2012”

  1. Gabriel Dias disse:

    Só tem disponibilizado para quem tem iTunes?

    Será que dava para por um player? Queria muito escutar.

  2. Bruno Carvalho disse:

    em instantes teremos streaming.

  3. Alexandre disse:

    Galera, iTunes é show de bola!
    Sucesso pra vocês!

  4. Poxa, que pena que é só no iTunes por enquanto. Não tenho conta lá e nem pretendo fazer. Aguardando um feed RSS.

  5. Gabriel Caldas disse:

    Querendo ouvir, mas no Itunes nem pensar. Quando sair de outra forma eu baixo.

  6. Bruno Carvalho disse:

    Calma, gente, estamos finalizando os ajustes no servidor do podcast para incluir o download e streaming.

  7. Wellington disse:

    Também aguardando um feed RSS para baixar aqui no celular.

  8. Parabens pelo Podcast. Muito legal a participação do Pablo Villaça. Pra mim, o melhor crítico de cinema do país.

  9. RIcardimVentura disse:

    esperando o Streaming para poder ouvir no meu mp3…

    abaços e espero que esse podcast seja regular!

  10. Bruno Carvalho disse:

    Pronto, gente!

  11. Wellington disse:

    Aeeeee. Baixando…

  12. RIcardimVentura disse:

    thanxxx

  13. Agora sim!!! Assinado no BBerry e baixando.

  14. Paula disse:

    Muito bom esse podcast, parabéns e espero muitas outras.

  15. Douglas Tomaro disse:

    Como vocês podem julgar a atuação do Kelsey Grammer se você nem ao menos viram a série? É ridículo! Vocês reclamaram da premiação julgar vendo apenas um episódio e estão fazendo pior! Não vi Boss e torci por Bryan Cranston, mas em momento nenhum julguei o vencedor, justamente por não ter visto.

    Outra: numa categoria chamada “Melhor Comédia”, você espera que os indicados sejam, que fazem rir, certo? Agora, com esse pensamento, como alguém pode achar que Community merece ganhar o prêmio? A série atualmente pode ser várias coisas, mas engraçada não (Na terceira temporada eu só ri em DOIS episódios). Os responsáveis por Community só se preocupam com as referencias e estão esquecendo o essencial: fazer rir. Enquanto continuar assim, Community jamais será indicada e Modern Family vai continuar ganhando (justamente) todos os prêmios, que é comédia simples e bem feita (e nem ouse dizer que é “medíocre”, Pablo Villaça).

    A arrogância de vocês do Ligados em Série é demais, sendo que vocês claramente não têm competência para falar sobre séries.

  16. Davi Garcia disse:

    Obrigado a todos pelos comentários e pela audiência. Muitos outros virão :)

  17. Bruno Carvalho disse:

    Conforme eu disse no podcast, eu VI a série.

  18. Robson disse:

    gostei bastante desse podcast. Continuem com esse excelente trabalho. Vcs entendem de série!

  19. Darlan disse:

    BAixando agora no iTunes. Dps volto pra comentar quando ouvir.

  20. Raquel disse:

    Pablo Villaça é um doce né!? Faz jus ao nome “crítico”.
    Eu acho a voz do Davi Garcia linda ;-)

    Não aguentei ouvir tudo, façam uma mais curtinha na próxima, ou dividam por tópicos para os ouvintes irem logo para a parte que os interessa.

    Obs.: Não aguento mais ouvir falar de community, é uma boa série que eu gosto, mas não é tão engraçada assim, é inteligente, mas eu não morro de rir.

  21. Hugo Wilson disse:

    “Surpreende” (não que não fosse esperado, mas por ser um “piloto”) a qualidade, não deve em nada aos bons tempos dos melhores e mais ‘famosos” Podcasts. Prega mais pelo conteúdo que pelo entretenimento (não é um podcast que te faz gargalhar).

    Posso comentar sobre comédia de tv que é o que realmente acompanho e assisto dezenas de séries.

    A principio as nominações são uma grande bobagem, logicamente, como foi citado. Ausências imperdoáveis e indicações cretinas e oportunas são características no GG.

    Primeiramente melhor comédia:

    Modern Family levou de maneira merecida e teve o alivio cômico da noite com o “discurso” em dois idiomas de Sofia Vergara e Steve Levitan. Modern Family é a típica serie para ganhar esses tipos de prêmios (emmy e golden globes) pela maneira que eles são avaliados, levando em conta apenas 4 episódios isolados (ou menos) da temporada. Mesmo com alguns episódios mais fracos na temporada, sempre existem 4 geniais (de 24) pra se avaliar.
    Fora isso Modern Family tem uma excelente promoção de mídia e audiência respeitável. Com um cast super carismático e talentoso, que super promove a serie de diversas maneiras (com aparições em comerciais, DEZENAS de entrevistas em talk shows – diurnos e noturnos -, etc). Tem o peso de ser a comédia carro chefe da 2 emissora americana e peso de ter ganho os ultimos 2 emmys.
    Logo não faltam oportunidades de impressionar os “jornalistas” avaliadores do GG.

    A influencia da mídia mostrou ser a unica razão para indicações como New Girl (por conta de Zoey Deschanel) e com audiência respeitável pro padrão da FOX. Comédia que tem episodios no maximo “agradaveis”. Foi o carro chefe a Fox com a decandencia audiencia de Glee.

    Falando em Glee, entra pela cota musical e seus fans teens “acelebrados” (publico alvo) espalhados pelo mundo. Vai ser presença certa na lista dos GG por mais 30 anos, mesmo com Ryan Murphy sendo capaz de estragar tudo que ele faz que dure mais de um ciclo. E simplesmente um lixo.

    Episodes, mesmo sendo uma comédia agradável, disparada a segunda melhor da lista, que pode ter futuro promissor, entrou pela cota Matt LeBlanc, tv fechada e certa inovação.

    Enlightened foi apenas um devaneio do GG, por não ser uma comédia, ser super cansativa. Daquelas que teve ter tido um jogo de bastidores pra conseguir a nominação e consequentemente ser renovada.

    Comedias como Luie, Parks e Community, mesmo as mais geniais, não tem o apelo (ou o lobby) das citadas e foram ignoradas. Algo impossível se fossem consideradas as temporadas como um todo e levados em conta coisas como roteiro, inovação etc.
    Mesmo The Office, Californication, 30 Rock e How I met your Mother (estritamente pela temporada atual) seriam melhores escolhas na lista.

  22. Arthur disse:

    Nossa, então vc tem um péssimo timing pra comédia.

  23. Hugo Wilson disse:

    O único ponto alto da lista de comédias do GG foi a ausência de dos super hits da CBS The Big Bang Theory e Two and a Half Man. Que mesmo com os o aparato a maior emissora americana foram finalmente ignorados como melhores comédias.

  24. Cássio Guedes de Oliveira disse:

    Eu adoro o Pablo e consumo praticamente tudo que ele participa, mas eu fico de cara com a arrogância dele. Ele fala de sua opinião com se fosse uma coisa tão absoluta, uma verdade tão incontestável, que a única reação conseguida é o riso. Ele chega e solta: ‘Community é indubitavelmente a melhor comédia e isso é FATO!’ Baseado em que ele fala isso? Apenas na própria opinião. E o que ele tem que aprender é que a opinião dele não é um FATO! Fato é que 2 + 2 são 4. Fato é que Community foi ignorada pela maioria das premiações e pela maioria da crítica especializada. Fato é que Modern Family tem sido considerada a maior comédia da atualidade. Não por uma premiação, não por uma revista. Mas por toda a mídia. E com que propriedade ele vem falar que indubitavelmente Community é a melhor comédia da atualidade?! Mesmo ele tendo base teórica e experiência profissional para argumentar, isso não transforma a opinião dele em um FATO.

    Fora isso, adorei o Podcast, só senti falta de comentarem o prêmio da Kate Winslet.

  25. Ariadne Barbosa disse:

    Olá, sempre acompanho os posts do Ligado e admiro muito a paciência que vcs tem com alguns usuários que não sabem argumentar, se ofendem com críticas e só sabem responder com ofensas e muitas vezes pecam pela falta leitura correta e interpretação de texto.
    Gostei muito do podcast e espero que continuem a realizá-lo.
    Quanto ao Globo de Ouro, foi a primeira vez que assisti inteiro e pelo que vi, eles praticamente censuraram o Gervais. Teve uns momentos em que o sumiço dele foi até preocupante! hahah
    Assim como vcs me indigno toda vez que alguém se diz fã de Glee, TBBT e essa novata mas não menos medíocre, Two Brooke Girls.
    Assisti a um episódio de Glee, totalmente por acaso e fiquei impressionada com a falta de estrutura da série. O epi. que assisti foi o especial da Britney Spears, na qual as líderes de torcida após serem anestesiadas por um dentista (que ao longo do epi. some sem deixar explicações) sonham que estão interpretando a Britney. E o que foi a Rachel no final cantando uma música para o namorado dela e magicamente enquanto ela canta, “surgem” um piano, uma bateria e uma guitarra, sendo que não havia nenhuma banda n sala? Enfim, por essas e outras que Glee foi zoado por Community.
    Aliás, passei a assistir Community graças aos posts de vcs e aos comentários do Pablo Villaça elogiando a série.
    Quanto aos leitores medíocres concordo plenamente com o que foi dito. Parece que as pessoas, de uma forma geral, tem preguiça de acompanhar séries que desenvolvam seus personagens de forma sólida e que façam humor com referência sem ser apelativo (o que não é o caso de TBBT, que só “cospe” referências a torto e a direito sem se dar ao trabalho de desenvolver os personagens).
    Quando vc as critica é o errado da história ou taxado de pseudo-intelectual ou pseudo-cult.
    E essas escolhas medíocres de séries se reflete também ao assistirem filmes, não é à toa que Transformers fez um sucesso estrondoso e A Árvore da Vida foi praticamente ignorado pelo grande público. Preguiça de pensar é dose…rsrs
    Finalizando, já que houve a ideia por parte do Bruno de podcasts temáticos, dou minha sugestão: falem de Community, quem sabem assim os medíocres não se convencem e passam a assistí-la?
    Assim como Community, vou passar a acompanhar Breaking Bad também.
    Beijos.

  26. Lucas disse:

    Muito bom o podcast.

    Qualidade do som e dos comentários nota 10.

  27. Bruno Tapajós disse:

    Droga, mais um podcast benfeito no mercado. Assim fica difícil.

    Parabéns ae, BC e Davi, tá bem legal!

  28. Hugo Wilson disse:

    Quanto a melhor atriz de comédia Tina Fey, Amy Poehler e Laura Linney (mesmo the Big C sendo uma dramédia, muitas vezes mais drama que comédia) são ótimas e merecem estar na lista.

    Como dito, por seu papel dramático(nem dramédia é), Laura Dern (Enlightened) entrou (e ganhou) por ser famosa, ela não é má atriz, longe disso. Só está na categoria errada.
    No tocante a comédia, nem se compara ao efeito cômico de um personagem como Leslie Knope ou Liz Lemon.

    Zoey Deschanel é só um rosto bonito e fofo que canta e atrai mídia.

    As ausências ficam por conta de Edie Falco (dramédia, porem excelente papel e grande e versátil atriz), Alison Brie (que muitas vezes carrega os elenco feminino nas costas como protagonista feminina na excelente Community e que é tb versátil e talentosa – e linda – já que esse foi o critério pra indicar Deschanel) .

    A boa noticia foi a não indicação de Melissa McCarthy, que mesmo sendo boa atriz, DEFINITIVAMENTE não tem personagem na nada genial Mike and Molly. Mas venceu o Emmy.

  29. Claudia disse:

    Pablo Villaça falando da Amy Poehler. ACHEI SENSACIONAL, a série é muito ruim! ahhahahahahhah!!!!!!!

  30. Felipe Cunha disse:

    Sempre me perguntei por quê vocês não faziam um podcast, agora fizeram e ficou muito bom!
    parabéns, espero mais podcasts.

  31. Diogo Pacheco disse:

    Gostei do Podcast. Só achei sério demais. Poderia ser um bate papo mais informal.

    O cara falando mal da Amy Poehler e de Parks (sem nem acompanha a série) foi meio tenso, mas dou um desconto por td de bom que ele falou de Community.

  32. Claudia disse:

    Só corrigindo Davi, Sons of Anarchy não foi ignorada em 2011 não, a linda da Katey Sagal ganhou ;D

    http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/861489-atriz-de-sons-of-anarchy-bate-favoritas-e-vence-globo-de-ouro.shtml

  33. Amanda disse:

    gente, só 1 coisa: american horror story estava planejada DESDE ANTES DA ESTREIA pra cada temporada ter 1 história diferente.

  34. Tenho que discordar de vocês quanto a American Horror Story. A série desde o início foi criada com a proposta de mudança a cada temporada e de que os artistas poderiam sim voltar em novas temporadas interpretando novos personagens. Apesar de vcs não gostarem de AHS é fato que fez um grande sucesso, tanto que bateu recorde de audiência no canal FX. A Jessica Lange da um Show de interpretação. Foi merecido de mais!

  35. Arthur disse:

    Community é a melhor série da atualidade, e isso é um fato, porque é aclamado pela crítica, tem personagens cativantes e não vivem na mesmice ridícula de uma rotina enjoada e sem graça das diversas sitcoms que estão por aí (TBBT).

    É uma série com muitas referências sim, não vejo como ponto negativo (foi por ela que descobri Pulp Fiction), e sim por fazer dessas referências uma nova para a própria série, tem episódios extremamente criativos e inteligentes (isso ninguém pode negar) o que é raro nos dias de hoje.

    É uma série ambiciosa (como foi dito no podcast), muitas séries não tem coragem de arriscar em alguns roteiros por acharem que não vão ser aceitos pelos telespectadores, e Community faz o contrário, tem a audácia, a cara e a coragem de arriscar em algo que pode ser uma tremenda desgraça, e acabar fazendo um episódio memorável, algo que outras séries podem “arriscar” em fazer mais tarde.

    Quanto ao podcast temático… Community (dã), vamos ver se dá pra salvar os “nerdiotas” e fazer gostar de algo que preste, e não manter as opções limitadas.

    PS: Se vc é fã de sitcoms, e você rí somente quando a platéia rí (“play laugh track”), sinto muito… Community não vai servir pra você !

  36. Hugo Wilson disse:

    Por fim (ufa!!!) melhor ator de comédia.

    A lista de indicados era hilária, mas no mal sentido.

    Não faço parte do fã clube de bom Alec Balwin, apesar de reconhecer seu bom trabalho na “fraca” temporada de 30 Rock. Merece estar na lista pela ausência de concorrentes melhores em outras comédias.

    Jonh Galecki é daquelas indicações das mais inexplicáveis, mesmo pelo ponto de vista do golden globe. Ele não é o melhor ator nem na própria série (Jim Parsons é obviamente mais ator e com um personagem mais destacado e cômico que o dele), não tem carisma nenhum, não tem apelo midiático, mal é convidado dos late shows da vida, etc.

    Os dois próximos indicados então listados em par, pro que pra minha opinião foi a maior besteira falado no podcast.
    Acho justíssima a David Duchovny (Californication) e meio fora de época a indicação de Thomas Jane (Hung).
    Ambos são personagens são homens de meia idade, que atravessam crises financeiras e pessoais – divorcios – ao longo serie, mas as semelhanças param por ae.
    Ray Drecker é técnico de ginásio, bem dotado, que busca condições financeiras pós divorcio no meretricio. Tem uma ótima química com sua agente nas duas primeiras temporadas, mas depois a serie perde um pouco a razão. Sua relação com os filhos (caricatos) é pouquíssimo complexa. Tem “sucesso” com mulheres abandonadas/mal casadas/carentes por relação profissional. O personagem foi muito melhor nas primeiras temporadas.
    Hank Moody é escritor, quase totalmente viciado, que tem uma relação complexa com a filha adolecente Becca (madaleine martin), é mulherengo pela vida desregrada e pelo sucesso do seus livros (ou qndo foi professor, tinha sucesso com as alunas), nutre um amor nunca acabado pela ex.
    Tem um estilo 100% diferente de Ray. São personagens de profundidades e personalidades/carater completamente diferentes. E são atores com estilos bem diferentes e com bagagem distintas. Enquanto um faz seu primeiro protagonista na TV o outro vez de uma década de arquivo x.

    Por fim Matt Leblanc tem papel “próprio” em Episodes, com boa atuação na curta temporada da serie, ganhando maior destaque nos últimos episódios. Mas mesmo que ele tivesse o pior papel do mundo, ainda seria indicado ( e venceu) por ser o Joey.

    Achei a segunda premiação justa noite. (claro, considerando os indicados). Matt merecia ganhar, tanto pelo conjunto da obra, qnto por sua atuação em Episodes. Mas se David Duchovny tivesse levado tambem serie merecido (igualmente por sua participação em Californication, qnto por ser Fox Mulder.

    Meu texto ficou meio desconexo e massante, mas acho que deu pra passar minha opinião.

    Qnto aos preteridos da lista, colocaria em principal destaque Louis C.K, que faz o tb uma qse versão da sua vida (fora dirigir, roteirizar – mesmo não dando a minima pra cronologia e congruência histórica do roteiro- como ele mesmo fala em diversas entrevistas).

    Jim Parsons faz o batido Sheldon, mas que é melhor e mais popular que Leonard e faria mais sentido na lista.

    Ao contrario da opinião dosPopcasters não acho que o Protagonista de community deveria estar na lista (mas os coadjuvantes sim).

  37. Bruno Carvalho disse:

    Queremos vc em uma das edições! Já vamos vender as cotas de patrocínio.

  38. marco aurelio disse:

    pablo villaça acha game of thrones insuportável? é como dizem opinião é igual a bunda cada um tem a sua

  39. Hugo disse:

    POLÊMICA!!!

    Community não é minha comédia favorita, Consequentemente não a considero comédia da atualidade.

    Qual a melhor? Modern Family.

    Não que Community não seja boa, É GENIAL. É com certeza a comédia mais surpreendente da atualidade, com roteiros fantásticos. É a única comédia que permite episódios tão diferentes e bem escritos, com tantas referencias culturais, por exemplo, que dedica episódios inteiro a zuar Glee. Ou que faz um episodio de animação, ou referente a DeD, ou a diferentes dimenções, a um batalha campal de paintball e por assim vai.
    Tem um dos personagem mais aclamados pela critica: Abed(Danny Pudi). Tem seu “parceiro de crime”, o bom mas bem menos genial Troy(Donald Glover). Tem Chase Chase na pele do rabugento e quase sempre bem trabalhado Pierce. Tem a excepcional, versátil e linda e ótima Alison Brie como Annie.
    Mas ai vem os primeiros problemas. Joel Hale sofre da sindrome de “Josh Radnor”, com um personagem que carece de simpatia, talento e é um protagonista ofuscado pela qualidade dos coadjuvantes. Tem Gillian Jacobs em outro personagem que carece a carisma, a xoxa Britta. Tem a hora insuportável, hora caricata religiosa Shiley (Yvette Nicole Brown) que tem só por vezes tem bons lampejos.
    Como Coadjuvantes de coadjuvantes o cada vez menos destacado Chang (Ken Jeong), mas que aparições muitas vezes de genialidade. E por fim o muitas vezes forçado e tb por vezes genial Dean Pelton (Jim Rash). Ainda podem ser citados Magnitude, Leonard ou Fat Neil, mas esses são coadjuvantes de coadjuvantes de coadjuvantes.

    O Cast de Community não é genial, por mais que a maioria dos fans da serie não gostem de admitir. Principalmente seu PROTAGONISTA.

    A comédia também sofre com audiência, seja pelo inicio meio nebuloso e principalmente pela falta de intelecto do publico médio americano que prefere o entretenimento cada vez mais vazio de TBBT, seja lá a serie de apelo popular da serie estrelada pela CBS como concorrente de horário.

    Outro problema de Community, ela não joga pro público/votantes. Sua cadeia de episódios é muitas vezes pedente entre si, não atraindo a audiência aleatória (só por um episódio) e nem sempre cativando os votantes dos Awards principais. Seu apelo midiático recai quase sempre em Alison Brie (aparições em programas de entrevistas ou comerciais, que poderiam alavancar indiretamente a série). Mesmo que Joel McHale seja rost de The Soap, e tb divulgar as series em programas, como disse, falta carisma ao personagem que ele possui. Os demais personagens não ajudam muito na promoção midiática, com aparições bem menos frequentes ao publico.
    Outro problema da série, ela está decadente NBC, que tem ao menos 3 comédias mais “importantes” na grade que Community (The Office, 30 Rock, Parks). Até mesmo a cancelada Chuck vivia melhores ares que Community qndo a serie era novata. Até a novata Are you there Chealse? tomou lugar na grade do show. Whitney tem melhores números que a turma de Greendale.

    Sei que apelo midiatico nada tem a ver com a qualidade da série, mas é responsável por ajudar no seu esquecimento na indicações de premio.

    Mudando de foco: acho que uma ignorância (que significa falta de conhecimento – a maioria que diz isso assiste 3 ou 4 comédias da moda) aliado até a falta de primo intelectual o argumento: “Community não me faz rir”. Uma comédia pode ser genial, um episódio pode ser perfeito, mesmo que nenhuma gargalhada estrondosa seja protagonizada. Community não é uma comedia pastelão, muito física, sexista ou estereotipada, que arranque gargalhadas como muitas sitcoms típicas, mas tem piadas e referencias geniais que criam um riso fácil.

    Agora vamos a Modern Family.
    Uma comédia muito mais familiar, com humor mais leve e diversas vezes mais abrangente.
    Tem uma constância incrível, mesmo tendo episódios não tão “diferentes” entre si, ou inesperados como Community, possui um roteiro muito, muito, muito, bem escrito, criadores geniais e piadas excelentes.

    A principio tinha tudo pra ser a segunda melhor comédia da atualidade, ali pertinho de Community, com grande parte da temporada sendo muito boa, alguns episódios com tropeços e algumas obras de arte da comédia.

    Mas ai vem o grande diferencial do Modern Family, o CAST.
    Com o cast de comédia (talvez o mais carismático desde FRIENDS) excelente, mescla personagem com diferentes tipos de humor, que se completam e não se ofuscam.
    Com Ed O’Neil (eterno Al Bundy) no papel no patriarca Jay, temos um ator incrível (que ajudou a alavancar a série com seu nome no inicio – eu mesmo só me interessei pelo piloto por sua presença) temos um personagem muito bem desenhado, que evolui suas relações familiares durante a série (principalmente com Mammy). Com Sofia Vergara, a impagável Gloria, com seu sotaque característico e atuações primorosas. Ty Burrel é genial, Phil é um personagem fora de serie que talvez tenha o maior destaque da série junto com Julie Bowen, Claire. Uma dona de casa típica, que tinha tudo pra ser uma papel batido, mas é incrivelmente interpretado. Eric Stonstreet é um personagem com um humor físico apurado, como um personagem gay formidavelmente interpretado por um ator hétero. E Talvez o menos genial (mas mesmo assim duplamente nominado pro Emmy) é o Mitchel, parceiro interpretado por Jesse Tyler Fergusson. O ator que menos se destaca entre os principais de Modern Family é melhor que mais da metade do cast de Community.
    Até as CRIANÇAS conseguem ser geniais em Modern Family, Rico Rodrigues (Manny) teve uma primeira temporada das mais fantástica, e depois caiu um pouco. Ariel Winter é excelente no papel de Alex, assim como a menos carismática do grupo Sarah Hyland (depois de um inicio meio duvidoso) evoluiu e está ótima na pela da tipica adolescente Haley. E por um o gênio (na vida real e na serie) Nolan Gould com o melhor ator mirim que a comédia já viu nos últimos anos, Luke.

    Outra característica de Modern Family que a torna genial é a evolução constante dos personagens, que são muito mais dinâmicos que os de Community, e se conectam muito mais com o público.

    Fazendo um resumo das séries listando características e principalmente os personagens é onde Modern Family vence Community e é a melhor, mais aclamada e super premiada comédia da atualidade.

    Caralho, cansei se escrever, talvez ninguém leia, mas não importa

    =]

  40. Hugo disse:

    2 Broken Girls é uma comédia com um humor apelativo, mas divertido. É uma comédia de entretenimento “vazio” que faz muito bem o papel que se dispõe: que é entreter o publico por 21 minutos. Ela nunca se vendeu como uma comédia genial e não tem “nenhum interesse” de ser genial. Vai, em pouco tempo, passar Two and a Half Man se ser a principal audiência de comédia da CBS na segunda. E será feliz assim. (e sou super fã da criadora da série Whitney Cummings)

  41. Davi Garcia disse:

    Sim, porque desta vez o Ryan Murphy se certificou de antecipar um fato: ele não sabe desenvolver personagens, logo, é mais fácil fazer reboot da série com novos.

  42. Davi Garcia disse:

    Oi Claudia, quando falei do fato de SoA ser constantemente ignorada, queria dizer mais sobre a série em si que nunca foi indicada como melhor drama, mas você tem toda razão em lembrar do prêmio da Katey no ano passado. Ganhou pela temporada errada, penso eu, já que o melhor ano dela na série até agora foi o 2º e em seguida este 4º, mas ganhou ;)

  43. Carlos Magno - Juazeiro do Norte - CE disse:

    Excelente o podcast gostei muito curto, objetivo, o Pablo roubou a cena digo a voz rs.

  44. O Pablo tornou muito mais claro como funciona o Globo de Ouro e a ausência de Breaking Bad e Community é realmente uma palhaçada.
    Peter Dinklage mereceu – se bem que considero que se deve muito em parte ao personagem criado por George RR Martin, não quero menosprezar, mas acho que a personagem ajuda e muito.
    Claire Danes mereceu muito, quem viu Homeland e seus tiques nervosos sabe disso. Homeland, por sua vez, também mereceu – gostei muito.
    Só tenho uma dúvida quanto ao Podcast: como serão os próximos temas? Assuntos abrangentes feito o Globo de Ouro ou algo mais específico, como comentários sobre determinados episódios de uma determinada série? Eu gostaria de um assunto abrangente, que não restringisse o podcast a uma determinada audiência, por exemplo pessoas que acompanham Breaking Bad – tanto é que no especial acho que vale a pena fazer uma parte falando da história e dar motivos pra considerá-la a melhor série atual e então depois, se for o caso, um momento spoiler pra discutir os acontecimentos mais marcantes, acho que pode ser uma alternativa pra agradar todo mundo.
    Bom, já ficou grande isso aqui, espero não ter sido muito chato com a pergunta, mas em todo caso já fica uma sugestão. Gostei muito do podcast e espero ouvi-los mais vezes.
    Grande abraço!

  45. Prêmios e audiência são irrelevantes…

    Sobre comédias:

    Como regra eu realmente não gosto de comédias de múltiplas câmeras com trilhas de risadas, depois de The Office UK (2001) tais séries se tornaram VIRTUALMENTE inassistíveis. Modern Family é um claro representante de comédia tradicional, com uma “capa de modernidade” que não me engana nem um pouco. Não recomendo a ninguém tal atração.

    Community e Parks representam duas correntes tradicionais das comédias americanas e são complementares e totalmente diferentes, sendo difícil comparar. Méritos e defeitos existem em ambas.

    E Louie é obviamente o melhor programa da TV (risos)…

    A minha lista de melhores do ano:

    http://chestnuttree-castanheira.blogspot.com/2011/12/melhores-series-de-tv-2011.html

    PS: Mantenham o podcast com pauta e enfatizando o contéudo. Esse é o caminho.

  46. Camila disse:

    Poxa, o podcast de vocês poderia ser disponibilizado em ZIP, como fazem o Jovem nerd e a Garota sem fio. Pois as formas disponibilizadas aqui são bloqueadas pra mim… :(
    No Cinema em Cena também…

  47. Wilian disse:

    Adorei o podcast, os comentários polêmicos do Pablo e os comentários do Bruno e do Davi.
    Concordo com vocês sobre as séries ignoradas não só pelo Globo de Ouro como pelas outras premiações. Outra série que também não é lembrada é Fringe.Não sei se tem alguma coisa a ver com ser uma série sci-fi mas é uma série que merecia ao menos ser indicada.
    Só não gostei de uma coisa no podcast: a música de abertura e de encerramento. huahauahuhaua

  48. Arthur disse:

    Apesar de ser um grande fã de Community, admito que o que realmente acaba um pouco com a série é a falta de “união” do elenco, pelo menos eles transparecem isso de uma certa forma, e alguns personagens só tem “o” devido destaque quando a história é sobre o mesmo, e em histórias sequentes ficam muito apagados. Podem notar que em algum episódio alguém fica de fora, algo que pra mim não deveria acontecer, pois nem favorece personagem e nem ator, e muito menos a própria série.

    Quanto ao elenco em si, o Jeff (Joel Mchale) realmente não tem muito carisma, mas acho que isso se deve ao personagem mulherengo e as vezes ignorante, e fazer uma pessoa com essas traços um pouco mais “amigável” para um público maior iria acabar prejudicando o personagem em si e a própria história, mas tenho que admitir que para um protagonista, Mchale pode não ter sido uma das melhores escolhas.

    A Britta (Gillian Jacobs) se torna uma personagem sem sal devido a ser a única que não é caricata entre todos os personagens, ela é a mais “normal”, e isso é até dito nos comentários do DVD, o Dan Harmon, fala que apesar do público poder não gostar dela, poderá e muito acabar se identificando com a personagem.

    Shirley é a insuportável que apesar de tudo gostamos, eu percebo e muito que a personagem mudou muito (e até pra pior), em comparação a primeira temporada, ela não era tão religiosa, era espontânea e fofoqueira, e isso que me atraia na personagem, hoje ela é quase um peso morto, mas subiu um pouco no meu status devido ao episódio do totó.

    Quanto aos outro personagens regulares e coadjuvantes, não tenho muito a falar deles, com exceção ao Troy que raramente tem um episódio que favoreça ao personagem, mas isso pode mudar já que os episódios que ainda serão exibidos terá um pouco mais de foco nele.

    O que mais me deixa triste é insistirem em não saber usar o Ken Jeong e Jim Rash. Dois personagens que tem tudo pra melhorar a série, e são jogados para escanteio.

    Finalizando, concordo com muita coisa que você citou a respeito da série. o cast realmente é meio nem fede e nem cheira, mas o maior problema da série é, como já ví em muitos comentários, reviews e etc, é que a série não é para todos, mas acho que os produtores, criador e blá blá blá, tem que rever isso e logo para que a série tenha uma vida maior, mas por outro lado, isso pode tirar o brilho único que a série tem.

  49. licaro disse:

    Adorei o podcast, adorei a participação do Pablo, sempre concordo muito ou discordo totalmente do que ele fala.
    Também não levo o Globo de ouro a serio, assisto só por diversão mesmo…

    bjos a todos e até a proxima.

  50. Dae galera!

    Parabéns pelo podcast. Está excelente. Espero que continuem assim.

    Muito boa a participação do Pablo, o grande “ame-o ou odeie-o”. :D

    []’s

  51. Dayane Oliveira disse:

    Sério que Jessica Lange ganhou por ser a mais famosa? E Maggie Smith, uma boa atriz, que traz no currículo vários filmes, séries e prêmios não era páreo pra ela?
    Eu gostei do podcast, e até me assustei com o tempo. Estou acostumada a ouvir os do CeC que tem, às vezes, quase duas horas de duração. Só não concordei com a colocação: ela só ganhou por ser a mais famosa. Acho que ela não era a mais famosa entre as que estavam concorrendo.

  52. Marcos José disse:

    Ouvi o podcast ontem e gostei muito, principalmente pela coragem em defender opiniões sem medo do patrulhamento que tem sido uma constante na internet. Discordo de algumas coisas, eu vi os episódios de 2 Brooke Girls e gostei da série, humor canalha, apelativo as vezes, mas não acho racista como o Pablo disse. Acho as duas protagonistas muito carismáticas, principalmente a Kat Dennings. Partilho a indignação com o desprezo por Community, mas pelo que sei isso não é inédito. Fringe, Battlestar Galactica, The Wire e muitas outras séries também sofreream das mesmas injustiças ao longo da história recente da tv americana. Em relação as comparações entre Community e Modern Family, eu tenho uma preferência pela primeira pela coragem de sempre sair da zona de conforto, mas reconheço que o elenco da outra é muito mais carismático no geral. Modern Family não sai da zona de conforto, mas dentro dela consegue ser genial as vezes e ótima quase sempre. Só uma correção a algo dito pelo Pablo, Peter Dinklage é ótimo e mereceu o prêmio, mas não será o primeiro anão a ganhar o Oscar, pois isso já aconteceu. Linda Hunt, que creio tem um personagem numa série que não vejo (NCIS – LA), ganhou o Oscar de melhor atriz coadjudante, se não me engano em 1983, pelo filme “O ano em que vivemos em perigo”, estrelado por Mel Gibson e Sigourney Weaver. No mais, estou ansioso por novos podcasts. Um abraço a todos.

  53. Ingrid Moura disse:

    Participava ativamente dos podcasts do “Dude, We Are Lost!”, o Davi provavelmente não lembra de mim hehehe, mas gostei bastante desse “premiere” do Ligado em Séries. Sou fã do site, entro aqui todos os dias, adoro ler as reviews até de série que não assisto. Concordo absolutamente em tudo com o que vcs dizem no podcast, sobre Community (best comedy ever), sobre a pobreza do Globo de Ouro, sobre a mediocridade das pessoas, especialmente as norte-americanas, que infelizmente, dependemos delas para ter esperança sobre o futuro de nossas séries favoritas. Próxima vez que forem fazer um podcast, considerem chamar alguem de fora, tipo, um leitor assíduo do site (tipo eu hhuahuahuahuahua), sou alucinada por todas as séries do mundo, faço review de muitas, até meu TCC e Dissertação de mestrado será sobre séries e cultura de convergência, enfim, só falta fazer um site igual o de vcs! Mas, enfim, parabéns pela mais nova produção do Ligado em séries, dá para ver claramente que vcs prezam muito mais pela qualidade do que pela quantidade. Abraços a todos! Davi, manda um abraço pra Ju!

  54. Alexandre disse:

    Aindda atuaçidade.a bem que ganhar prêmios e elogios de críticos estão longe de ser receita de sucesso. Viva Big Bang Theory: a melhor e mais assistida série

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