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Por: Bruno Carvalho

Semáforo Ligado em Série: o seu guia da Fall Season

Pare, olhe ou prossiga!

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Convenhamos, estamos corridos e sem tempo pra seguir todas as novas séries da Fall Season, até que vinguem ou não, ainda mais com as bombas que todo ano são despejadas pelos canais. Por isso, preparei aqui a primeira edição do Semáforo Ligado em Série: um compilado de críticas pessoais acerca de várias das novas séries que já estrearam nesta temporada e que você, se quiser, poderá seguir ou não para se pautar no que vai investir o seu tempo. A avaliação é qualitativa, ou seja, não se levou em consideração dados de audiência ou chances de renovação.

Dividiu-se a lista em “pare” (larga isso, amigo), “olhe com atenção” (não invista tanto ou tome cuidado) ou “prossiga” (pise fundo) e a cada semana ou mês as séries podem mudar de posição na listagem, com atualizações enviadas no Twitter e Facebook (seja em virtude de melhora ou queda brusca na qualidade, seja em caso de cancelamento). Vamos lá?

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The Blacklist • 1ª temporada garantida
Sinopse
: James Spader (Boston Legal) interpreta um criminoso procurado que decide se entregar ao FBI para ajudar a agência a capturar bandidos que estão em sua “lista negra”. Para isso, ele exige um acordo de imunidade e trabalhar somente com a jovem agente Keen e seu grupo de mercenários selecionado.
Comentários: Após um ótimo piloto, The Blacklist continua sendo uma das melhores estreias dramáticas de mais uma fraca Fall Season. A trama seguiu ágil, com um texto sólido e ótimo potencial para reviravoltas que não subvertem a inteligência do espectador. Leia a crítica completa que já publicamos. A série já ganhou a encomenda de sua primeira temporada completa.
Canal EUA: NBC  Brasil: Sony

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Brooklyn Nine-Nine • 1ª temporada garantida
Sinopse: Esta é a nova comédia sobre “ambiente de trabalho” de Dan Goor e Michael Schur, roteiristas de Parks and Recreation. Andy Samberg (Saturday Night Live) chega no papel de um detetive cheio de si que deve provar sua eficiência para todos de sua delegacia quando um novo capitão (Andre Braugher, Last Resort) assume o precinto Nove-Nove do título. Completam o elenco Terry Crews (The Newroom) e Joe Lo Truglio (Community).
ComentáriosBrooklyn Nine-Nine teve uma estreia fraca, com um episódio piloto em que a atuação exagerada de Samberg (aparentemente querendo fazer gracinhas para compensar o tempo que ficou fora do ar ou na horrível Cuckoo) tirou todo o foco da apresentação dos personagens e trouxe situações bobas. Contudo, a série melhorou significativamente nos dois capítulos que seguiram, lembrando (e muito) a trajetória de Parks and Recreation, não coincidentemente. Existem personagens e tramas potenciais que, se  bem desenvolvidos, podem estabelecer esta como uma das melhores surpresas da temporada. Brooklyn Nine-Nine ganhou a encomenda de novos episódios, pendente da confirmação da temporada completa.
Canal EUA: Fox | Brasil: sem canal

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Trophy Wife 
Sinopse: A comédia criada por Emily Halpern e Sarah Haskin narra a vida de Kate (Malin Ackerman, de Childrens Hospital), uma jovem que por muito tempo aproveitou a vida em festas, mas que agora tenta manter um relacionamento estável com Brad (Bradley Whitford, Studio 60). O problema é que Brad possui duas ex-esposas que não o deixa em paz. Completam o elenco: Natalie Morales (White Collar), Marcia Gay Harden (Damages)
Comentários: De longe um dos melhores pilotos cômicos, Trophy Wife estabelece muito bem a sua premissa, contando com uma impecável dinâmica entre todo o elenco. A série lembra a sempre ótima Modern Family e conta com um texto afiado e gags engraçadas. O destaque vai para Malin Ackerman, que interpreta a “esposa modelo” do pai de família de meia idade sem utilizar clichês e, especialmente, para Marcia Gay Harden, que está ótima como uma das ex-esposas. Interessante também o pai de família feito por Whitford, que nunca perde a chance de “zoar” seus filhos de vários casamentos. O segundo episódio já exibido manteve o nível e espero muito que essa vingue.
Canal EUA: ABC | Brasil: sem canal

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Hello Ladies • 1ª temporada garantida
Sinopse: Stephen Merchant, um dos criadores da The Office original, apresenta esta comédia sobre um programador de websites desengonçado (o próprio Merchant) que está em constante busca pelo amor de sua vida nas festas e boates de Los Angeles.
Comentários: Essa pouco badalada estreia da HBO é uma espécie de Entourage dos losers. Stephen Merchant, que já havia se provado um bom ator na Extras do seu colega Gervais, cria uma série muito bem ambientada e com personagens equilibrados. O destaque vai para as situações absurdas que o próprio protagonista (também chamado Stephen) se coloca, deixando pistas aqui e ali para boas tramas que certamente serão desenvolvidas na temporada, como o romance entre ele e sua locatária Jessica (Christine Woods, Go On). Uma bela surpresa também é o elenco de coadjuvantes, que tem o comediante Nate Torrace (Mr. Sunshine) e o ótimo Kevin Weisman (Alias) como um cadeirante mulherengo.
Canal EUA: HBO | Brasil: HBO

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The Crazy Ones • 1ª tempoada garantida
Sinopse: Comédia de David E. Kelley (Ally McBeal e Boston Legal) estrelada por Robin Williams e Sarah Michelle Geller (Ringer). A história se passa em uma bem-sucedida agência de publicidade gerenciada por Simon Roberts (Williams) e sua filha Sydney Roberts (Geller). Também no elenco estão James Wolk (Political Animals) e Hamish Linklater (The New Asventures of Old Christine).
Comentários: A impressão que dá ao assistir aos primeiros episódios de The Crazy Ones é a de que falta algo ali. Apesar do carisma de Williams, dos diálogos rápidos (marca de Kelley) e da produção caprichada (especialmente no design de produção da agência), esta comédia oscila entre bons e maus momentos. Outro ponto negativo é a presença de Sarah Michelle Gellar, uma atriz limitada e sem timing algum para a comédia. Com já dois episódios exibidos, o elenco ainda não encontrou o passo e o ritmo que faziam das séries de David E. Kelley se destacarem (como Boston Legal e Ally McBeal, por exemplo) ou trazendo histórias que apresentem um verdadeiro desafio. Até agora, a série também explora mal o potencial de utilizar marcas a seu favor, como Mad Men faz com maestreia sem parecer um descarado product placement. [Atualizado] Após cinco episódios, The Crazy Ones acertou o seu tom e todo o elenco ajustou a dinâmica. Até mesmo Sarah Michelle Gellar melhorou o seu timing cômico (embora ainda inferior ao dos demais), o suficiente para darmos o sinal verde à comédia de David E. Kelley.
Canal EUA: CBS | Brasil: sem canal

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The Michael J. Fox Show • 1ª temporada garantida
SinopseThe Michael J Fox Show marca o retorno do ator Michael J. Fox em uma sitcom inspirada na vida e nas dificuldades do ator que sofre da Doença de Parkinson, ao retornar à TV como um âncora de telejornal própria NBC. A série é co-estrelada por Betsy Brandt, a Marie de Breaking Bad e foi desenvolvida por Sam Laybourne (de Cougar Town Arrested Development) e Will Gluck (Friends With Benefits).
Comentários: Eu queria muito que esta comédia fosse boa e só não a joguei para a categoria “Pare” para dar mais uma chance a Michael J. Fox, um ator talentosíssimo que, mesmo debilitado com sua doença, é capaz de roubar a cena em The Good Wife ou em qualquer produção que participe. Mas em The Michael J. Fox Show, somos apresentados a uma família esquisita. Não há a menor química entre todos no elenco, especialmente entre Fox e Brandt (o que é uma pena) e todas as tramas envolvendo os filhos do casal são desnecessárias e artificiais (a menina é péssima e o caçula, irritante). Mesmo abordando a Doença de Parkinson aqui e ali (o que é algo nobre da parte de Fox), a comédia não decide se vai focar na vida pessoal ou profissional do personagem Mike, desperdiçando no caminho boa situações cômicas. A presença de Wndell Pierce (Treme) no elenco também é um mistério pra mim, pois ele surge totalmente sem lugar. Preferia ver Fox como fixo em The Good Wife. A série tem garantida a produção da primeira temporada completa.
Canal EUA: NBC | Brasil: Comedy Central

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Sleepy Hollow • 2ª temporada garantida
Sinopse: Dos criadores e produtores executivos Alex Kurtzman e Roberto Orci (Fringe), esta é uma releitura moderna do clássico homônimo de Washington Irving que conta a história da ressurreição de Ichabod Crane (Tom Mison) nos tempos de hoje em busca de um dos quatro cavaleiros do apocalipse, da famosa Lenda do Cavaleiro sem Cabeça. No elenco temos Nicole Beharie (Shame) e Orlando Jones.
Comentários: Uma espécie de Grimm Supernatural com roteiro bom, Sleepy Hollow é a nova cria da dupla Kurtzman/Orci e tem todos os elementos que fizeram de Fringe uma série cultuada. Mison e Beharie estão excelentes como o casal de protagonistas e a série explora bem a premissa absurda, com foco nos momentos em que o antiquado Crane precisa interagir com o mundo moderno e uma direção de arte que acertadamente puxa a ambientação para o passado. Ainda assim, deixo Sleepy Hollow nessa categoria pela tendência em ser expositiva e levemente indulgente, criando situações e conflitos somente quando o roteiro precisa para se explicar. Os primeiros episódios contam com boa ação e tensão, mas se a série não criar regras e limites para a fantasia (como a ciência de Fringe), pode rapidamente virar uma True Blood da vida. A série já foi renovada para a segunda temporada.
Canal EUA: Fox | Brasil: sem canal

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Super Fun Night • 
Sinopse: Criada e estrelada pela atriz australiana Rebel Wilson, Super Fun Night é uma comédia que apresenta a vida de três mulheres que estão sempre em busca de novas experiências para se divertir na sexta à noite. São elas: Kimmie (Wilson), Helen-Alice (Liza Lapira, de Apartment 23) e Marika (Lauren Ash, de Lost Girl).
Comentários: Rebel Wilson é uma comediante em ascensão por ser uma intérprete que não tem limites e é capaz de fazer de tudo pelo papel. Dar uma série de TV a ela era inevitável, mas o piloto de Super Fun Night deixa a dúvida se ela vai conseguir entregar um bom capítulo a cada semana. O episódio começa bem, com boa dinâmica entre o trio principal, mas logo vira uma comédia com gags genéricas e extraídas de várias produções similares e sem expressão. Por enquanto, o carisma de Wilson é superior à qualidade do roteiro.
Canal EUA: ABC | Brasil: Warner

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Marvel’s Agents of SHIELD • 1ª temporada garantida
Sinopse: Protagonizada por Clark Gregg como o Agente Phil Coulson, personagem visto no filme The AvengersAgents of SHIELD acompanha a história de um um grupo seleto de agentes de uma organização de defesa secreta. Eles são responsáveis por analisar e investigar o que é estranho e fora de comum que acontece em todo o mundo. A série é baseada nos quadrinhos da Marvel Comics.
Comentários: Há uma semana eu teria colocado esta série na categoria “Prossiga”, sem hesitar. Seu piloto, conforme falei, é interessante e tem uma capacidade de referenciar o universo Marvel de forma despojada e até mesmo crítica. Mas o segundo capítulo é um desastre. Sem uma trama definida, o episódio vazio e sem rumo acaba servindo apenas como um veículo para mais uma aparição pós-crédito de Samuel L. Jackson como Nick Fury. O texto engraçado foi substituído por um amontoado de clichês e as atuações continuam no mesmo nível mediano, exceto por Gregg. Aliás, as cenas de ação foram vergonhosas, especialmente aquelas na selva fake que deveria retratar o Peru. [Atualização]  SHIELD ficou de castigo no limbo quando da estreia do Semáforo, mas após quatro episódios não dá pra continuar. Se você gosta de séries nível CW, vá fundo. Eu paro por aqui.
Canal EUA: ABC | BrasilSony

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Back in the Game 
Sinopse: Terry (Maggie Lawson, de Psych) é uma mulher divorciada, mãe e ex-estrela do softball. Ela decide se mudar com o filho para a casa do seu pai (James Caan, de Las Vegas), que também atende pelo mesmo nome) e reconstruir sua vida. Chegando lá,  começa a treinar seu filho e amigos, que foram recusados para entrar na liga juvenil de baseball, e monta um time com o apoio do pai.
Comentários: A ABC tem o costume de lançar sitcoms genéricas com temática de conflito familiar todo ano na tentativa de que estas colem e virem, pelo menos, uma nova The Middle. Mas Back in the Game não tem um só elemento positivo que diferencie esta produção da quantidade de lixo cômico produzido e autorizado todo ano por executivos que estão sem material bom nas mãos. Não é engraçada, James Caan tem um papel desprezível e nojento e Maggie Lawson está claramente deslocada. Prevejo cancelamento em breve. [Atualizado 02/11] Previsão concretizada. A série está cancelada.
Canal EUA: ABC  | Brasil: sem canal

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Dads 
Sinopse: Dads marca a estreia de Seth MacFarlane em sua primeira comédia live-action para o canal, que já exibe três animações do roteirista (Family Guy, American Dad e The Cleveland Show). Estrelada por Giovanni Ribisi (Friends) e Seth Green (Robot Chicken), a série acompanha dois bem sucedidos amigos de infância que têm suas vidas reviradas quando seus respectivos pais (vividos por Peter Riegert, de The Good Wife; e Martin Mull, de Two and a Half Men) vão morar com eles. Alec Sulkin e Wellesley Wild ajudam MacFarlane com o roteiro.
Comentários: Ainda não dá pra acreditar que o mesmo autor de Family Guy trouxe isso para a Fox, desperdiçando os talentos de Giovani Ribise e Seth Green com um roteiro absolutamente pedestre, artificial e sem o menor timing cômico. Aparentemente impulsionado pelo sucesso do apenas mediano longa Ted, McFarlane demonstra aqui que não sabe lidar com live action e deveria urgentemente voltar a focar-se em suas animações consagradas.
Canal EUA: Fox | Brasil: sem canal

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Dracula 
Sinopse: Estrelada por Jonathan Rhys Meyer (The Tudors) no papel do Conde Drácula, a série é situada nos anos 1880  e mostrará o famoso personagem numa vida dupla como um empresário que investe em ciência moderna para tramar uma vingança contra aqueles que já o prejudicaram. O plano, contudo, sofre uma reviravolta quando ele se apaixona por uma mulher que parece ser a encarnação de sua ex-mulher. A série é criada por Tony Krantz e Colin Callender (24).
Comentários: Escrevi sobre Dracula na coluna Pilotos da Fall Season. Enfim, clichês amontoados em uma produção de época que pouco inova em termos narrativos e surge mais para tapar buraco de programação. Recomendo não investirem tempo nisso.

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The Goldbergs 
Sinopse: Situada nos anos 1980, a sitcom de câmera única criada por Adam F. Goldberg (Breaking In), e irá narrar em forma de autobiografia a história de uma família sob o ponto de vista de Adam (Sam Giambrone), o filho mais novo dos Goldbergs.
Comentários: Falei de The Goldbergs aqui. Recomendo que passem longe.
Canal EUA: ABC| Brasil: Comedy Central

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Hostages 
SinopseHostages, drama criado por  Jerry Bruckheimer (CSI) estrelado por Toni Collette (United States of Tara) no papel de Ellen Sanders, uma cirurgiã escolhida para realizar um procedimento cirúrgico no presidente dos EUA. Após a escolha, sua família é feita de refém por uma unidade do FBI, numa conspiração para matar o chefe de estado durante a operação. No elenco também estão Dylan McDermott (American Horror Story) e Tate Donovan (Damages).
Comentários: Só o dinheiro e o nome de Jerry Bruckheimer explica, até agora, tantos bons atores envolvidos em Hostages. Não se engane, a série tem uma premissa boa, mas em seu segundo episódio já deixa claro que trará um amontoado de reviravoltas insustentáveis pelo roteiro automático e muita enrolação, não sendo capaz de manter o ritmo intenso do bom episódio piloto. Talvez Hostages funcionaria como um filme, mas dificilmente como uma série vindoura e que se mantém fiel ao que fora inicialmente proposto (alô, Homeland!). Deixo-a aqui no “Pare” até que ela pelo menos prove que tem algo de diferente ou inovador em termos de narrativa.
Canal EUA: CBS | Brasil: Warner

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Ironside • cancelada
Sinopseronside é um drama estrelado por Blair Underwood (In Treatment) com o detetive Robert Ironside que ficou paraplégico após um tiroteio. Remake de uma série dos anos 60, o policial agora auxiliará a polícia a desvendar casos complexos.
ComentáriosIronside é irremediavelmente aquele procedural genérico estrelado por algum ator de peso e que logo será cancelada. Sem identidade, com coadjuvantes insossos e com casos que já vimos e revimos em praticamente todas as séries policiais da TV, este drama não tem absolutamente nada de relevante para apresentar ou acrescentar ao gênero. Aposto em um cancelamento precoce e merecido e num desgaste para a imagem de Underwood na TV, ator que não se estabeleceu após o fim de In Treatment.
Canal EUA: NBC | Brasil: sem canal

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Lucky 7 • cancelada
Sinopse
: Situada no Queens, a série retratava a vida de sete funcionários de um posto de gasolina que vivem jogando na loteria até que um dia eles ganham e necessitam combinar a divisão do prêmio e enfrentar desafios.
Comentários: Cancelada e já retirada do ar, ainda bem. Piloto sofrível que não merecia nem ter sido aprovado para exibição.
Canal EUA: ABC | Brasil: sem canal

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The Millers • 1ª temporada garantida
SinopseThe Millers, produção de Greg Garcia (My Name is Earl e Raising Hope), narra a vida da família Miller após o divórcio dos seus patriarcas. A dinâmica familiar logo muda quando o pai Tom (Beau Bridges) resolve morar com a filha Debbie (Mary Elizabeth Ellis), enquanto a mãe Carol (Margot Martindale, Justified) vai morar com o filho Jack (Will Arnett, Arrested Development).
Comentários: É muito, mas muito triste ver Will Arnett mais uma vez desperdiçando o seu nome e o seu talento numa comédia pobre (e de quebra levando Margo Martindale e Beau Bridges junto). E ao contrário de Up All Night, que apenas não era engraçada, The Millers vai além e chega a ser constrangedora, com direito a reiteradas piadas com pum e MUITA gritaria. Que isso seja cancelado logo e ele volte logo como o GOB de Arrested Development.
Canal EUA: CBS | Brasil: sem canal

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Mom • 1ª temporada garantida
Sinopse
Mom é a nova de Chuck Lorre (Two and a Half MenThe Big Bang Theory). Com Anna Farris (Friends) e Allison Janney (LOST) no elenco, a série relata o caótico relacionamento entre Christy, uma garçonete com dois filhos, (Anna Faris) e sua mãe Bonnie (Allisson Janney), uma ex-alcoólatra. Tentando reconstruir sua vida, Christy se envolve em um relacionamento com Gabriel (Nathan Corddry, Studio 60 On The Sunset Strip), embora ele seja o seu chefe e tenha esposa.
Comentários: Ainda incrédulo por ver Allisson Janney em uma comédia de Chuck Lorre (já Anna Farris aqui faz todo sentido). Mom é exatamente aquilo que já estamos cansados de ver em termos de sitcom: personagens unidimensionais, piadinhas de duplo sentido e situações deprimentes e depreciativas, provando que Lorre somente sabe fazer esse tipo de humor barato, mas que agrada o americano médio. Pra quem gosta de Two and a Half Men2 Broke Girls, vá com tudo, pois Mom será um prato cheio.
Canal EUA | Brasil: Warner

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Sean Saves the World 
Sinopse
: Com contrato na NBC e após ter feito participações nas canceladas Smash e Up All Night, Sean Hayes, o eterno Jack de Will & Grace retorna na comédia sobre um pai gay divorciado que tem que lidar com o trabalho e a filha adolescente, que recentemente foi morar com ele. A criação é de Victor Fresno (Better off Ted) e tem Smantha Isler (Home Run), Thomas Lennon (Reno 911!), Echo Kellum (Ben & Kate) e Vik Sahay (Chuck) no elenco.
Comentários: Não se engane, Sean Hayes surge em Sean Saves the World interpretando Jack McFarland, porém sem Karen, Will, Grace. Ele entrega seu talento para esta mal sucedida tentativa da NBC de resgatar a comédia de claque. Genérica, boba e com poucos momentos engraçados que não compensam o tempo e recursos investidos. Duvido que dure.
Canal EUA: NBC | Brasil: sem canal

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We Are Men • cancelada
SinopseWe Are Men é criada por Rob Greenberg (How I Met Your Mother). Após ser abandonado no altar, Carter (Chris Smith), se muda para um condomínio onde faz amizade com um grupo de homens que possuem problemas amorosos. No conjunto, Gil Bartin (Kal Penn, House) fora expulso de casa após sua esposa descobrir traições, Stuart (Jerry O’Connell, Carpoolers) está se divorciando pela segunda vez e Frank (Tony Shalhoub, Monk) enfrenta seu quarto divórcio
Comentários: Jerry O’Connel (das péssimas Do Not Disturb Carpoolers) tem o dom de amaldiçoar tudo aquilo que toca e toda Fall Season que tem uma série nova dele estreando mostra como os executivos de TV possuem memória curta. We Are Men nem pode ser chamada de comédia. Com um texto raso e absurdamente misógino, esta é claramente uma das piores coisas da temporada. Duvido que dure.
Canal EUA: CBS | Brasil: sem canal

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Welcome to the Family • cancelada
Sinopse: Comédia single-camera que conta histórias de duas famílias que se “unem” quando seus filhos se apaixonam e engravidam (ele latino, ela caucasiana), logo após se formarem. É estrelada por Mike O’Malley (Glee), Mary McCormack (In Plain Sight), Ricardo Chavira (Desperate Housewives) e Justina Machado (Six Feet Under).
Comentários: Essa é mais uma sitcom familiar dispensável, que não tem nenhum atrativo seja em termos de atuação, narrativa e que não merece o tempo de ninguém. Seu cancelamento é tão iminente e certo, que não gastarei tempo com ela.
Canal EUA: NBC | Brasil: sem canal

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Séries não assistidas:

Masters of Sex (Showtime)
The Originals (The CW)
Betrayal (ABC)
Witches of East End (Lifetime)

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