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Por: André Costa

Crítica | Scorpion

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Quatro pessoas com QI tão grande quanto sua falta de talento social e em problemas financeiros são chamadas para lidar com emergências que envolvam situações complexas e raciocínio ágil. São elas: Walter O’Brien (Elyes Gabel), hacker e uma das pessoas mais inteligentes do mundo; Sylvester Dodd (Ari Stidham), uma calculadora humana; Happy Quinn (Jadyn Wong), uma prodígio em mecânica; e Toby Curtis (Eddie Kaye Thomas), especialista em comportamento humano e farofeiro do grupo. A equipe também conta com Paige Dineen, ex-garçonete que se torna a interação entre os desajustados e o mundo real (e cujo filho pequeno também é um gênio).

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Divertido, bem estruturado e eficiente, o piloto de Scorpion realiza com muita vitória a tarefa de apresentar as personagens sem sacrificar a trama do episódio para isso. Assim, ao longo de quarenta minutos vamos descobrindo um grupo de pessoas carismáticas, interessantes em suas peculiaridades e com uma química sensacional – e também conhecemos suas habilidades, sempre usadas em prol da narrativa e sempre relevantes para os acontecimentos. Uma ou outra coisa podem até soar meio forçadas – como aquele plano que mostra os aviões voando por Los Angeles e as cenas de ação forçadas ao extremo -, mas o envolvimento na história é tão forte que esses pequenos estorvos passam batidos.

Além disso, o entrosamento do elenco torna as personagens incrivelmente simpáticas e resulta em diversos momentos de humor genuinamente engraçado (e há que se destacar o belo trabalho de Katharine McPhee, de Smash, que vive Paige com sensibilidade e faz da garçonete uma pessoa ao mesmo tempo forte e calorosa). Pode ser que Scorpion encontre alguma dificuldade em fugir do formulismo semanal, mas fez uma estreia tão empolgante que dá para levar fé que esses gênios vão encontrar uma forma de manter as coisas renovadas.

4star

Scorpion ainda não tem emissora definida no Brasil

7 respostas para “Crítica | Scorpion”

  1. Carlis disse:

    Realmente, discordo. O piloto parece caro, talvez por isso tenha cara de ter qualidade, mas só conta com uma única cena empolgante: a primeira com a descoberta do menino hacker. Tem diálogos cafonas: “pessoas boas fazem o certo, salvam todo mundo”, algo assim. O personagem principal até tenta, mas quase não tem carisma. A calculadora humana ficou gritando percentuais que indicam perigo, mas absolutamente forçados. Na minha humilde opinião, rolou um certo exagero no otimismo, talvez por conta de uma safra tão ruim.

  2. ajunior disse:

    realmente a serie e bem forçada. os cliches sao bem exagerados.

  3. cida disse:

    Justamente pela safra ser tão ruim é que é muito bem vinda uma série ágil e leve. Adorei e espero que tenha uma longa vida (média de 5 anos). Não podemos esquecer também que Big Ben Teory não aclamada de cara por todos e hoje é super reconhecida. Abraços e Feliz 2015 a todos

  4. Julio Cesar disse:

    Grupo de Scorpion no Whats
    Quem quiser entrar me chama
    +55 31 9588-2990, flw!

  5. Bruno disse:

    A Paige Dineen é uma personagem fictícia?

  6. ymara disse:

    E nao melhorou em nada esta serie ..a segunda temporada esta mais fraca ainda.. enfim..

  7. Érica Duarte Sudré disse:

    Série sensacional!!! Diferente das demais. Espero que continue por muito tempo!!

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