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Por: Bruno Carvalho

Crítica | Powers, a primeira série da PlayStation Network

powers

Não é porque a PSN – rede online de gamers do PlayStation – tem “network” no nome que isso a imediatamente a qualifica para produzir uma série. Mas eles foram lá e fizeram assim mesmo, à exemplo de veículos online como XBOX Live, Amazon e Netflix. E especialmente nestas duas últimas, a qualidade das produções tem surpreendido (vide House of CardsTransparent e outras).

Mas este não é o caso de Powers (Não confundir com a série Power, do 50 Cent).

Powers é uma adaptação da HQ Powers, do selo Icon da Marvel Comics, onde o detetive de homicídios Christian Walker (Sharlto Cooper, de District 9) investiga super-heróis que naquele universo são chamados de “Powers” porque eles possuem poderes (Powers) e eles são proibidos de usar seus “Powers” em público, senão são presos pela divisão específica da polícia que é responsável por investigar os Powers e que, adivinhe só, chama-se Divisão Powers.

Se você achou irritante um parágrafo curto repleto da palavra Powers, prepare-se para encarar o episódio piloto de Powers (e provavelmente o resto da série, mas eu parei por aqui) onde a palavra “Powers” e suas derivações PowerPowerfulPowerless etc. são repetidas umas 8.500x por minuto quadrado.

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A série mal estabelece este mundo repleto de Powers (as pessoas e os poderes) e já entra na investigação de um caso, não antes de apresentar o velho clichê do detetive tendo que lidar com um novo parceiro. Há mais para falar sobre o caso, mas o episódio é tão ruim que não vou perder meu tempo narrando isso para vocês. Ops, notei que já há algumas linhas não uso a palavra Powers então vai aqui pra constar: Powers.

Pra piorar, Powers tem um dos piores efeitos visuais que vi em uma série de TV nos últimos tempos, incluindo aí Heroes (que, vejam só, vira uma obra-prima perto de Powers), além de ter diálogos mais expositivos que pessoas numa casa do Big Brother. O roteirista parece não compreender que as coisas na TV funcionam um “pouquinho” diferente das HQs (daí o uso excessivo de Powers no fraco texto). Além disso, Powers é um enorme e descomedido comercial dos produtos Sony, tornando-se mais plausível existir um mundo com Powers do que um mundo onde todos os equipamentos que todo mundo usa em qualquer lugar são da mesma empresa.

Powers é um desperdício de atores como Sharlto Cooper e Eddie Izzard (The Riches), presos num projeto sem ambição e claramente com motivações puramente econômicas.

Ah, só pra não perder o costume: Powers.

1star

21 respostas para “Crítica | Powers, a primeira série da PlayStation Network”

  1. Francisco dos Anjos disse:

    Chateado.

  2. Camily Santos disse:

    Lamentável,quase esqueço:Powers. Rs

  3. Heloísa Gomes disse:

    Nem verei essa naba então kkk
    e volta o powers arrependido 4454624x

  4. Paulo disse:

    Ainda bem que assisti o episódio piloto, antes de ler a sua crítica, pois eu perderia, obviamente não uma obra-prima, mas um bom entretenimento.

  5. Andersonfonse disse:

    Realmente!

  6. Gleibson Acácio disse:

    powers

  7. Marcio Duarte disse:

    Falou tudo, gostei bastante do enredo e da ideia da serie, pode ser tornar grande em pouco tempo, assim foi com constantine, criticaram antes de poder ver que a serie se tornaria muito boa.

  8. Summers disse:

    Eu assisti até o ep 5 e posso afirmar que a série é muito boa mesmo. O pior defeito dela é a má qualidade técnica dos efeitos visuais. Essa serie prova que um bom texto é muito mais importante que o visual, ja que a gente mesmo vendo aquelas telas verde anos 90 (alias toda a estetica é anos 90) acaba acreditando e imergindo naquele universo. Os personagens tem motivacoes muito interessantes, há uma costura no universo que faz voce entender de primeira como funcionam as coisas ali e o que cada personagem faz. Existem erros sim, mas acredito que os erros sao pela excessiva vontade de tornar a serie a mais cartunesca possivel. Na minha opiniao como roteiro e texto está anos luz a frente de arrow, AoS, flash e um pouco menos de Gotham. Tem sangue pra caralio, tem gente morta, tem violencia, tem sexo e tem poderes cartunescos dos mais variados tipos. EU recomendaria a vcs. Acredito que se sobreviver para uma segunda temporada esses error tecnicos vao desaparecer. Assistam.

  9. Bonuxo disse:

    Pô cara, que resenha fraca. Acho que você tomou muito pro lado pessoal quando escreveu isso.

    1 – não é tanto powers assim, na verdade é a mesma coisa que assistir liga da justiça, você pode contar que vai ter algumas menções a ela em algum momento, assim como em Powers.

    2 – Os efeitos não são tão ruins assim. Também não são lá grande coisa.

    3 – A única coisa que eu concordo parcialmente, é nos diálogos. Realmente, são fracos.

  10. rey disse:

    onde vc viu mano ? achei q só tava disponivel nos eua

  11. ze manel disse:

    vai po caralho, bruno carvalho , la por tu não gostares não quer dizer que os outros não gostem , e que bela critica que fizeste , que bom que nem viste a serie antes da criticar , prova que nem sabes do que falas , se eu fosse teu boss estavas despedido . SEU TROXA

  12. cleiton santana disse:

    Assisti galera antes de ver essa critica , que pra minha opiniao fraca e sem respeito aos leitores , otima serie e recomendo , totalmente diferente de outras atraçoes vistas na tv , que venga a 2 temporada que a primeira ja ta na metade

  13. dan_atwood disse:

    Qm resolveu se guiar por essa crítica está perdendo uma boa série, sim não é uma obra prima foda pra carai, mas é uma boa série com bons personagens, bom background, bom enredo e com motivações e promessa para próximos epis, mtu bons

  14. Lucas Sato disse:

    Unica coisa válida nessa crítica é ” (Não confundir com a série Power, do 50 Cent).)

  15. Celso HS disse:

    HA HA HA o cara q escreveu o texto é fã de friends e vcs levam a crítica dele a sério huehuehuehuehueheu risos eternos

  16. ednei disse:

    E o sujeito se diz crítico e especialista em TV kkkkkkkkkkkkkkkk. Só se for em conserto de tv e das de tubo ainda por cima, pq Plasma, LCD, etc pra ele não vai não. kkkkkkkkkkkkkkkkk Nunca vi uma pessoa fazer crítica de algo que não viu. Um fanfarrão, isso sim.

  17. Fernando Lima disse:

    Mto pesada a critica. Serie nao eh uma obra prima mas eh um passatempo bem legal.

  18. VR5 disse:

    Com certeza o autor desta crítica não gostou também de, por exemplo, “Watchmen” (de onde a série parece ter bebido muito de sua fonte)… ainda estou no 5 episódio mas estou gostando da série. Sugestão: séries de ficção científica devem ser resenhadas por FÃS de ficção científica. Da mesma maneira como não gosto de séries “comedy” nunca resenharia, por exemplo, “Friends” (que o autor diz que foi “fisgado”)… ;)

  19. kakashi Hatake disse:

    Os efeitos da série Heroes são bons sim.

  20. Lukas disse:

    Eu vi a série gratis na psn e resolvi tentar, achei que fosse coisa da minha cabeça. então descobri que a série é simplesmente ruim mesmo.

  21. Lukas disse:

    E ainda fizeram 2 temporada

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