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Por: Redação Ligado em Série

O fascínio sobre a mitologia de séries místicas!

Não é de hoje que tudo o que é mágico e místico desperta o interesse e curiosidade das pessoas, muito provavelmente porque não há nada mais fascinante do que aquilo que é diferente e que nos ajuda a fugir um pouco do cotidiano. É mais ou menos como aquela velha brincadeira de criança que consiste em perguntar sobre qual superpoder você gostaria de ter.

Mitologia é o conjunto de mitos de uma determinada cultura ou de uma determinada tradição. É muito além de ser algo fantasioso, a mitologia possui grande influência nas nossas vidas, como por exemplo diversas palavras que usamos que tiveram origem nela. Sabendo disso, produtores e roteiristas de TV não iriam deixar passar tal oportunidade: eles sabem que abordar temas mitológicos é geralmente uma assertiva, e misturar tradição com realidade deixa as coisas ainda mais interessantes.

Vamos pensar, por exemplo, em American Gods. A série da Amazon Prime que estreou em 2017 traz um viés único ao abordar o tema através de uma ótica moderna, em que antigos deuses são ameaçados por novos deuses, como a Mídia e a Tecnologia. Os novos deuses são aqueles em que as pessoas depositam sua atenção e, de uma forma bem crítica, é exatamente isso que vivemos quando pensamos sobre a influência de tais fatores nas nossas vidas.

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A internet está aí para não deixar ninguém mentir sobre o quanto somos dependentes dela, desde a checar e-mails ao uso de redes sociais até jogos online – aliás, o assunto sobre deuses e mitologia rende tanto que existem vários games que fazem sucesso, como o Age of Gods e Highlander, com slots disponíveis no Compara Cassinos. Mas isso já não é de hoje; outro games mais antigos vêm ganhando uma repaginada, como é o caso de Age of Mithology, lançado em 2002, vendendo milhares de cópias. O game continua tão em alta que em 2016 ganhou uma extensão. As séries estão apenas seguindo essa fórmula de sucesso. No caso de American Gods, uma adaptação dos livros de mesmo nome de Neil Gailman, esta agradou público e crítica graças à capacidade de seus realizadores de reinventar antigos assuntos com criatividade. A segunda temporada está prevista para ser lançada em 2019. Vamos ver o que vem por aí!

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E falando em mitologia, impossível não citar Game of Thrones, a megassérie que também é uma adaptação dos de George R. R. Martin. Ela também tem a capacidade de misturar elementos míticos a uma realidade que mantém o pé do chão. Dragões, feitiçaria e caminhantes brancos existem entre pessoas normais (sem poderes) e o fato de que nenhum personagem está imune à morte. Ou seja: nenhum final feliz é garantido aos herois e personagens antes odiados podem passar a cair nas graças do público e vice-versa, dependendo do andar da história. Isso tudo dá à série uma particularidade viva e alimenta o gostinho de “quero mais” e a mitologia se torna mais “real”, mais “palpável” – sem contar que o público acompanha a evolução tanto dos personagens quanto do misticismo no drama, que foi sendo acrescentado em vários níveis, desde os mais óbvios (dragões), quanto a trocar de rostos e ressuscitar mortos. A oitava e última temporada está prevista para estrear em 2019 também. Aguardamos ansiosos!

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